Segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

O Muro

 

        (imagens retiradas da internet)

 

    

 

Dizem que este tipo de acontecimentos precisa de um certo tempo (tempo histórico) para se poder dar uma depuração da(s) realidade(s), uma espécie de separação das diferentes mentiras e das diferentes verdades...

Devo confessar que pouco me importa esta exigência de distanciamento que, pelos vistos, a história necessita para efectuar a sua leitura imparcial... Sempre achei os impulsos e as emoções, a indignação e a revolta, o sim e o não, assim como os respectivos actos, símbolos da genuinidade humana e, como tal, improváveis objectos de uma leitura e de uma análise distanciadas. Pouco me importa que a futura leitura histórica, a leitura objectiva, tenha uma imensidão de factos bem arrumadinhos em milhões de palavras... Para mim, tudo se resumiu, desde sempre, a uma única palavra: liberdade! De resto, os muros, quaisquer que eles sejam, sempre se deram mal com a liberdade…

Publicado por Fernando Delgado às 00:54
| Comentar post
Patilhar
Fernando Delgado

Pesquisar

 

Posts recentes

Stefan Zweig

Hermann Hesse

«Mudar de Vida»

Os "interiores"

Função social da propried...

Word Press Photo

Contributos para uma inte...

A terra do Capuchinho Ver...

Contributos para uma inte...

«Quando vier a primavera»

Contributos para uma inte...

Amenidades invernais

Contributos para uma inte...

A oeste nada de novo*

Lili Artic Golden, sem li...

Valha-nos deus

Tejo nauseabundo

Lobbies

Bocejos

Contributos para uma inte...

O envelhecimento é a acum...

mapas rurais

Ajustando as velas

Contrastes

Contributos para uma inte...

Tags

aprender

canções

esboços

estórias

interiores

leituras

notícias do casino

outros olhares

peanuts

rural

todas as tags

Arquivos