Terça-feira, 31 de Janeiro de 2006

Sándor Márai

"(...) Como todas as pessoas que os deuses amam sem qualquer razão, no fundo dessa felicidade também sinto uma certa angústia. (...) Sabes, uma pessoa gosta de devolver aos deuses algo da sua felicidade. Porque os deuses são invejosos, como se sabe, e quando oferecem um ano de felicidade a um mortal comum, anotam logo essa dívida e no fim reclamam-na com juros de usura. (...)
O homem e o seu destino seguram-se um ao outro, evocam-se e criam-se mutuamente. Não é verdade que o destino entre cego na nossa vida, não. O destino entra pela porta que nós próprios abrimos, convidando-o a passar. (...)"
Sándor Márai in As velas ardem até ao fim
Publicado por Fernando Delgado às 01:37
| Comentar post
Patilhar
Fernando Delgado

Pesquisar

 

Posts recentes

Word Press Photo

Contributos para uma inte...

A terra do Capuchinho Ver...

Contributos para uma inte...

«Quando vier a primavera»

Contributos para uma inte...

Amenidades invernais

Contributos para uma inte...

A oeste nada de novo*

Lili Artic Golden, sem li...

Valha-nos deus

Tejo nauseabundo

Lobbies

Bocejos

Contributos para uma inte...

O envelhecimento é a acum...

mapas rurais

Ajustando as velas

Contrastes

Contributos para uma inte...

Religiões

Negro profundo

«Ninguém desce vivo de um...

Contributos para uma inte...

Recomeços

Tags

aprender

canções

esboços

estórias

interiores

leituras

notícias do casino

outros olhares

peanuts

rural

todas as tags

Arquivos