Quinta-feira, 10 de Setembro de 2009

"... um banco do jardim de S. Amaro"

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Da próxima vez que for a Lisboa hei-de ir ao jardim de S. Amaro visitar este banco que aparece no Abrupto de J. Pacheco Pereira centenas de vezes (só nos últimos dois meses, 22 fotografias) com a intrigante legenda: “Passagem do tempo por um banco do jardim de S. Amaro”. Ainda não percebi a importância deste banco (ou deste jardim), a não ser que o importante seja mesmo a passagem do tempo… Já há muito tempo que se sente a tendência de Pacheco Pereira para a repetição até à exaustão de slogans (dando razão ao conhecido humorista que dizia que o verdadeiro artista é aquele que repete muita vez a mesma coisa), mesmo que embrulhados numa aparente liberdade de pensamento...

O que parece novo é esta obsessão pelos bancos de jardim, pelas coisas terrenas, aparentemente banais… Resta a passagem do tempo, naturalmente irrepetível… Mas sendo assim, porquê uma fotografia, centenas de fotografias, para mostrar o invisível?
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Publicado por Fernando Delgado às 23:37
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