Terça-feira, 21 de Abril de 2009

Vasco Graça Moura

«(…)

Assim o espaço de cada casa guardava um tempo próprio interligado pelo habitante que as percorrera. Como um pintor que começasse por tratar o espaço como um elemento estrutural, tectónico, se se quiser, dos seus quadros e, a partir de certa altura, passasse a tratá-lo como mais uma formulação ou uma função poética, como um fluido menos consistente e sempre inacabado: então não se regista o que acontece cada dia, mas aquilo que surge em nós a propósito do que acontece. É isso que nos trabalha e determina a sequência dos registos e a sua lógica combinatória própria.
(…)»
 
Vasco Graça Moura in Quatro Últimas Canções. Quetzal.
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Publicado por Fernando Delgado às 02:04
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