Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2007

Tratado de Lisboa

... muito interessante o penteado de Dulce Pontes – que bem que lhe ficava aquele visual no meio de tanto cinzentão engomado! Todas as encenações precisam de qualquer coisa que quebre a monotonia de momentos calculados ao milímetro – perante a fraca probabilidade de um pombo defecar bem do alto dos Jerónimos em cima de qualquer ombro presidencial, alguém encarregou Dulce Pontes de colorir o ambiente... Fê-lo bem, melhor ainda a cantar, transformando o pequeno número de Sarkosy numa mal ensaiada informalidade...
Não haja qualquer dúvida: somos muito bons a gerir coisas etéreas... É suposto que amanhã, esfumados os últimos clarões da festa e confrontados com a quotidiana realidade, acordemos mais felizes?...
Publicado por Fernando Delgado às 23:28
| Comentar post
Patilhar
Fernando Delgado

Pesquisar

 

Posts recentes

Negro profundo

«Ninguém desce vivo de um...

Recomeços

«Custo social dos incêndi...

Sinais

Recoleção

Domesticação...

"geografia das ausências"

Galerias ripícolas

do res nulius ao black ac...

A case of you

Assimetrias

J. Fanha

Eduardo Mendoza

«o pregador de verdades d...

Belos dias

A Gente Vai Continuar

Talamou

Dylon

«A realidade é uma opiniã...

«Human»

Outono

MEC sobre Trump

À espera de Godot

De Niro, sem maquilhagem

Tags

aprender

canções

estórias

interiores

leituras

notícias do casino

outros olhares

peanuts

pintura

rural

todas as tags

Arquivos