Quinta-feira, 12 de Abril de 2007

Existências

"(...) Nenhum acto é tão autêntico como o trabalho.
Quando queremos ser sérios e profundos dizemos que trabalhamos.
E é nesse gesto mágico e económico que se suportam os nossos sonhos.
A labuta como método de render homenagem à existência.
Culto do que não é oculto nem ficcional. (...)
 
(... e quanto me custa reproduzir estes versos de "importância" no Sísifo... Gosto do oculto e do ficcional e sobretudo não gosto do trabalho como invocação da existência... Mas são versos, posso sempre refugiar-me no seu provável sentido metafórico e tentar justificar, a mim mesmo, esta ausência cada vez mais prolongada... Que mal me sinto, tão sério e profundo que nem admito que o trabalho me impede  outras existências...)
Publicado por Fernando Delgado às 00:05
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